Os contratos futuros da soja operam de forma mista na Bolsa de Chicago (CBOT), refletindo um cenário externo ainda instável. Ao longo da sessão, os preços alternam entre leves altas e baixas, acompanhando movimentos distintos de outros mercados.
De um lado, a forte queda do petróleo nas bolsas de Nova York e Londres — com recuos de até 16% — pressiona a oleaginosa, já que influencia diretamente o setor de biocombustíveis. Por outro, a desvalorização do dólar frente a outras moedas, superior a 1,1%, oferece suporte às cotações, aumentando a competitividade dos produtos americanos no mercado internacional.
Diante desse cenário, os contratos com vencimento em maio são negociados a US$ 11,60 3/4 por bushel, registrando leve alta em relação ao fechamento anterior.
Na sessão de ontem (7), o mercado encerrou em queda, influenciado principalmente por um movimento de realização de lucros e ajustes nas carteiras dos investidores. Além disso, fatores geopolíticos, como o conflito no Oriente Médio, e a expectativa em torno do relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), seguem no radar dos agentes do mercado.
No fechamento, os contratos de maio recuaram 8,50 centavos de dólar (0,72%), a US$ 11,58 1/4 por bushel. Já a posição julho caiu 8,75 centavos (0,73%), sendo cotada a US$ 11,74 1/2 por bushel.
Fonte: Safras News